A Liquid Death construiu sua marca tratando água enlatada como um produto punk. Seus críticos fornecem um fluxo de comentários furiosos; a equipe de conteúdo da marca os tratou como matéria-prima, e não como um problema a ser moderado.

Pegar os comentários de ódio reais da marca como letras, palavra por palavra, e lançá-los como álbuns de verdade: death metal em 2020, punk cinco meses depois, dance pop em 2023.

Greatest Hates Vol. 3 é um álbum de 10 faixas cujas letras são todas comentários reais que a marca recebeu diretamente e pelas redes sociais — entre as faixas estão 'Worst Name For A Water Company', 'It's Dumb And I Won't Buy It' e 'There's Not Even Alcohol In It', além de uma faixa-título construída a partir da promessa de um comentarista de destruir a empresa. O vice-presidente de criação Andy Pearson produziu o álbum com colaboradores como Tony Hawk, Mark McGrath, do Sugar Ray, e Frank Iero, do My Chemical Romance, mudando de gênero a cada volume: death metal no Vol. 1 (maio de 2020), punk no Vol. 2 (cinco meses depois), dance pop no Vol. 3.

Um terceiro álbum completo de comentários de ódio à marca, com clipe e colaboradores, ampliando uma franquia de conteúdo que transforma hostilidade em produto compartilhável — com músicas boas o bastante para a marca desafiar você a cantarolá-las no chuveiro. A fonte não informa números de streaming.

A maioria das marcas apaga comentários hostis ou finge que eles não existem. A Liquid Death, empresa de água enlatada que já fez um vídeo de treino com Bert Kreischer e uma vela em formato de mão decepada com Martha Stewart, os publica — como álbuns. Sua série Greatest Hates musicou comentários de ódio reais, palavra por palavra, com música de verdade produzida.

O Vol. 1 chegou em maio de 2020 como death metal, naturalmente; o Vol. 2 veio cinco meses depois, como punk. O Vol. 3, lançado em 2023, foi totalmente dance pop, condizente com o perfil mais mainstream da marca três anos depois. As letras do álbum de 10 faixas são todas comentários hostis recebidos diretamente e pelas redes sociais: 'Worst Name For A Water Company', 'It's Dumb And I Won't Buy It', 'There's Not Even Alcohol In It', e uma faixa-título construída a partir da promessa de um comentarista de fazer tudo ao seu alcance para destruir a empresa.

O vice-presidente de criação Andy Pearson produziu o álbum com Tony Hawk, Mark McGrath, do Sugar Ray, e Frank Iero, do My Chemical Romance, entre outros. 'Depois de um álbum de metal e um álbum de punk, queríamos fazer um álbum no qual você pudesse dançar', disse Pearson ao Muse by Clio. 'Eu desafio você a ouvir o álbum e não se pegar cantarolando as músicas no chuveiro na manhã seguinte.' A leitura da Fast Company: por trás dos palavrões há uma lição para toda marca em 2023 — tenha um ponto de vista e expresse-o da forma mais criativa possível.

Os comentários já estão escritos — uma marca que trata seu ódio como conteúdo ganha textos autênticos e engraçados a custo zero de redação.

A troca de gênero a cada volume mantém fresco um formato repetível: metal para a era cult, punk para o crescimento, dance pop para o mainstream.

Colaboradores reais e qualidade real de produção fazem o truque sobreviver à primeira audição, e é isso que separa conteúdo de armação.

Publicar as palavras dos seus críticos mais barulhentos é a demonstração de força máxima possível para uma marca cuja persona inteira é a rebeldia.

Comentários de ódio são redação publicitária de graça: uma marca confiante o bastante para transformar seus críticos em letras acaba com um conteúdo que nenhuma agência conseguiria inventar e uma lição sobre ter um ponto de vista.

O Vol. 3 chegou com um clipe em 2023, três anos depois de a série começar em maio de 2020. A franquia Greatest Hates continua sendo uma das principais apostas de conteúdo da Liquid Death, ao lado de suas ações de produto; o artigo-fonte não informa números de streaming nem de vendas.

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As fontes

  1. Liquid Death's bonkers new video has a secret message for every brand Fast Company · fastcompany.com ·