O Subway precisava de volume em uma economia fraca em 2008, e novamente em 2020, quando os clientes estavam com pouco dinheiro e os concorrentes ofereciam suas próprias refeições por US$ 5.

Um preço, um sanduíche: todos os Footlongs por US$ 5, uma oferta tão simples que se tornou uma expressão para tempos econômicos difíceis.

O Footlong de US$ 5 foi lançado em março de 2008 para o que deveria durar quatro semanas e durou sete. Em junho de 2020, o Subway relançou os footlongs de US$ 5 por pelo menos o verão quando o cliente pede dois, com um vídeo de Charlie Puth e um novo jingle, além de um plano de contratar 50.000 trabalhadores.

Segundo a Fortune, citando a Businessweek, as vendas subiram 25% nas duas primeiras semanas de 2008, e até agosto de 2009 a promoção havia gerado US$ 3,8 bilhões em vendas nos EUA. Alguns franqueados reclamaram à FTC em 2020 que a promoção não era lucrativa.

O Subway introduziu o Footlong de US$ 5 em março de 2008. A Fortune o chama de uma das campanhas mais bem-sucedidas da história da rede: as vendas subiram 25% em duas semanas, segundo a Businessweek, a promoção de quatro semanas foi estendida para sete e, no fim de agosto de 2009, havia gerado US$ 3,8 bilhões em vendas em todo o país. Rivais como KFC, Pizza Hut e Boston Market a copiaram com suas próprias refeições por US$ 5.

A promoção perdeu força durante a longa expansão econômica. Um franqueado da Califórnia disse que cada footlong custava bem mais de US$ 4 para produzir, e em setembro de 2018 o CEO Trevor Haynes deixou de exigir que as franquias a oferecessem. Em junho de 2020, quando uma recessão começava, o Subway anunciou que todos os footlongs voltariam a custar US$ 5 por pelo menos o verão se dois fossem pedidos de uma vez, oferecendo às lojas US$ 2.100 em dinheiro extra para participar.

O preço é toda a mensagem, então não é preciso explicação para anunciá-lo.

Os concorrentes a copiaram, o que mostra que o formato sobreviveu ao próprio uso que o Subway fez dele.

A Fortune observa que franqueados disseram que a promoção não era lucrativa, então o atrativo para os clientes contrastava com o ônus para quem administra as lojas.

Um preço simples o bastante para se tornar um termômetro cultural mantém seu apelo por anos, mas só funciona se quem vende puder arcar com ele.

Em 2020, o Subway ofereceu a cada loja participante US$ 2.100 em dinheiro, enquanto alguns franqueados apresentaram reclamações à FTC dizendo que estavam sendo "pressionados a cumprir uma promoção que não é lucrativa para eles". O artigo da Fortune não informa como o relançamento de 2020 se saiu.

CONFIRA AS EVIDÊNCIAS

As fontes

  1. Who needs economists? The real way to tell we're in a recession is that Subway's $5 footlong is back Fortune · fortune.com ·