Divulgar a proteção por invalidez total e permanente "sem alarmismo nem clichês", com orçamento apertado e metas de desempenho elevadas, para reposicionar a seguradora como uma player de proteção.
A ideia
Replicar quatro estátuas quebradas famosas e imaginá-las como clientes da Manulife: suas lesões antigas se tornam casos diagnosticáveis para cobertura por invalidez.
Uma parceria com um escultor replicou as estátuas de Apolo, Vênus de Milo, Eurípides e Betsabá; a campanha foi veiculada em táxis, coberturas de pontos de ônibus e um filme animado (quase 800 mil visualizações no YouTube em duas semanas), além de uma exposição itinerante de RA até 1º de setembro, na qual os visitantes escaneavam cada estátua para ver sua condição mapeada em relação aos planos da Manulife, com apoio de influenciadores e geração de leads.
O filme de conteúdo animado atraiu quase 800 mil visualizações no YouTube em duas semanas. O objetivo declarado era desfazer a percepção equivocada de que a Manulife era apenas uma player de gestão de patrimônio; o material não informa números de apólices.
Contexto
A Manulife Singapura lançou "Reimagining Ancient Tragedies", uma campanha integrada da TBWA Singapura para promover suas ofertas de proteção, unindo arte e seguro. Em parceria com um escultor, a campanha replicou as estátuas dos deuses e figuras gregas Apolo, Vênus de Milo, Eurípides e Betsabá, revisitando as lesões pelas quais cada uma se tornou famosa.
O recurso permitiu à marca falar de lesões graves sem táticas de medo: o público foi convidado a imaginar os ícones vivendo hoje — e o que teria acontecido se tivessem sido cobertos pelos planos de proteção da Manulife, como colocou Cheryl Lim, vice-presidente e chefe de marca, comunicação e patrocínios. Os chefes do grupo criativo disseram que explorar o drama e a tragédia dos ícones antigos "chamaria a atenção certa que a mensagem da campanha merece".
A veiculação incluiu criativos externos em táxis e coberturas de pontos de ônibus, um filme de conteúdo animado que atraiu quase 800 mil visualizações no YouTube em duas semanas e uma exposição interativa itinerante de RA em cartaz até 1º de setembro, na qual os visitantes escaneavam cada estátua para ver a gravidade de sua condição mapeada em relação aos planos de proteção e de doenças graves da Manulife. Lim revelou a estratégia por trás de uma série de pequenas campanhas espaçadas em 2019 — #adulting, Stop the Drama, Mrs Fortune Teller — criadas para combater a percepção de que a seguradora era forte apenas em aposentadoria e gestão de patrimônio.
Estátuas com membros ausentes famosos são uma metáfora pronta para cobertura por invalidez — a campanha nunca precisa mostrar sofrimento humano.
O escaneamento em RA transforma as estátuas em avaliações interativas de sinistros, fazendo de uma exposição de arte uma demonstração de produto.
O insight da pesquisa (vista erroneamente como só de gestão de patrimônio) deu à campanha uma percepção equivocada específica a combater, em vez de conscientização genérica.
Os temas de seguro mais difíceis vendem por meio do distanciamento: estátuas antigas tornam a invalidez discutível, e suas partes ausentes famosas são um quadro de sinistros pronto.
A exposição de RA ficou em cartaz até 1º de setembro de 2019, com apoio de influenciadores e geração de leads em Singapura. O material não registra dados de acompanhamento de marca nem de vendas no longo prazo.
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As fontes
- Manulife SG pushes protection offering with Greek sculptures and 'ancient tragedies' Marketing-Interactive · marketing-interactive.com ·