A Ultimate Sevens é um novo campeonato global de rugby sevens: seis clubes, cada um com equipes masculina e feminina, disputando três torneios pela Europa. O rugby de formato curto crescia rápido, e a liga queria identidades com o poder de atração que The Hundred deu ao críquete, num mercado esportivo saturado.

Construir seis clubes a partir do nome, com um único sistema de nomenclatura — prefixo geográfico, nome local, sufixo unificado — expresso pela tipografia, e não por animais do rugby.

A Nomad criou um sistema de nomenclatura — um prefixo que simboliza raízes geográficas, um nome central que reflete o caráter local e o estilo de jogo, e um sufixo coeso — que resultou em Albion Athletic, Atlantic Novas, Clan Taran, Foudre Bleue, Pacific Current e Sol Feroz. Os logotipos são de base tipográfica, com letras expressivas, evitando deliberadamente símbolos de rugby centrados em animais, como leões, tigres e ursos. Cada clube recebeu um tom distintivo dentro de uma paleta de cores primárias de vermelhos, verdes e azuis, além de manifestos e slogans sob medida, escritos para combinar com a energia em campo, tudo ganhando vida com design de movimento.

Seis clubes totalmente nomeados, com identidade e animação, foram lançados junto com o campeonato, que iniciou seus primeiros torneios pela Europa em setembro de 2026. A fonte não informa números de audiência até o momento.

O rugby sevens vive um momento de destaque — rápido, com muitas pontuações e apresentado como a resposta do rugby ao The Hundred, o formato que atraiu torcedores mais jovens para o críquete. Quando o campeonato Ultimate Sevens foi fundado, sua entidade dirigente entregou à agência londrina Nomad um briefing raro: criar seis clubes do nada, nomes incluídos.

A Nomad partiu de uma gramática de nomes que torna cada clube único, mas unificado: um prefixo para as raízes geográficas, um nome central para o caráter local e o estilo de jogo, e o sufixo 'Sevens Club' para unir o conjunto. O sistema gerou Albion Athletic, Atlantic Novas, Clan Taran, Foudre Bleue, Pacific Current e Sol Feroz — seis nomes que soam como se sempre tivessem existido.

Os logotipos romperam com a tradição heráldica do rugby: em vez de leões, tigres e ursos, cada marca é de base tipográfica, com letras expressivas que equilibram ousadia e refinamento. Uma paleta de vermelhos, verdes e azuis primários dá a cada clube seu próprio tom, mantendo a liga impactante como conjunto, e manifestos e slogans sob medida — escritos para combinar com a energia em campo e a atitude dos jogadores — dão aos torcedores mais um ponto de conexão. O design de movimento dá vida às identidades e as prepara para o futuro nas telas.

Nomear os clubes antes de desenhar qualquer coisa fez com que cada decisão visual tivesse uma história à qual se apegar, do prefixo à paleta.

Logotipos tipográficos evitaram o clichê do mascote animal e deram à nova liga uma aparência contemporânea e própria.

Uma nomenclatura e um sistema de cores compartilhados fizeram seis cidades sem relação entre si parecerem uma única competição numa tabela de jogos.

O design centrado no movimento encontra os torcedores modernos onde eles assistem — e dá à liga ativos que funcionam no ritmo dos torneios.

Uma liga é um portfólio, não seis briefings separados: uma gramática de nomes e uma lógica de cores dão aos novos clubes coesão instantânea, deixando espaço para o caráter individual.

Os seis clubes estrearam quando a Ultimate Sevens disputou seus primeiros torneios pela Europa em setembro de 2026, cada um com equipes masculina e feminina. Callum York descreveu o projeto como 'uma jornada intensa e acelerada', com identidades 'feitas para o jogo moderno — rápido, divertido e a todo vapor'. Nenhum número de audiência foi divulgado até o momento.

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As fontes

  1. Nomad designs identities for new Ultimate Sevens rugby league Creative Review · creativereview.co.uk ·