Logo após o lançamento oficial da World nos EUA e sua campanha de estreia celebrando o poder de ser humano, a marca queria mostrar na vida real para que serve o World ID — uma forma de provar que você é humano que preserva a privacidade.

Todos os prêmios — tênis, consoles, um jantar com 6.000 pessoas na lista de espera — estavam atrás da prova de humanidade: um World ID verificado dava direito a exatamente um giro da roleta.

Um pop-up de um único dia no World Space, 8585 Melrose Ave, com mais de 1.000 prêmios atrás de uma porta que exigia World ID verificado; divulgação por meio de penduricalhos de porta, cartazes colados, panfletos, redes sociais, mídia digital, notificações push e parceiros influenciadores, com produção da Wonu, a agência por trás de pop-ups de luxo para Dior e Loro Piana.

Dois milhões de impressões para o evento de um dia, e todos os presentes saíram com um prêmio. A World contabiliza mais de 34 milhões de usuários do World App em 160 países e mais de 15 milhões de humanos verificados.

A World — a 'rede de humanos reais' cofundada por Sam Altman e Alex Blania — uniu-se à BBDO New York para criar a 'No Bot Shop', uma loja pop-up projetada para garantir que humanos reais, e não bots, tenham acesso às coisas que amam. A ação veio após o lançamento oficial da World nos EUA e sua campanha de estreia sobre o poder de ser humano.

Localizada no World Space na Melrose Avenue, a loja estocava mais de 1.000 prêmios para humanos verificados: tênis de edição limitada, colecionáveis, brinquedos, consoles de videogame, ingressos de shows, experiências gastronômicas, airdrops de Worldcoin (WLD) e produtos feitos em LA. O prêmio mais comentado era uma reserva no LELE DINNER CLUB, uma experiência gastronômica exclusiva em LA com uma lista de espera de 6.000 pessoas. A entrada exigia um World ID verificado, e cada humano verificado tinha direito a exatamente um giro da roleta.

"A No Bot Shop existe para destacar tudo o que os bots estão tirando de nós e devolver isso aos humanos reais a quem essas coisas se destinavam", disse John Patroulis, CMO da Tools for Humanity, "e, de forma simples, dar vida a como o World ID pode garantir que isso aconteça online." Para atrair um público real e humano, a World ativou penduricalhos de porta, cartazes colados, panfletos, redes sociais, marketing digital, notificações push e parceiros influenciadores; a produção ficou a cargo da Wonu, conhecida por pop-ups de marcas de luxo.

Transformou a promessa abstrata do World ID em uma fila física: a parede de prêmios era o argumento de venda.

A mecânica espelhava o problema dos bots — bots não conseguem se verificar, então os humanos ficaram com os tênis, os ingressos e as reservas de jantar.

Um formato de escassez de um único dia com prêmio garantido fez a verificação parecer um benefício, e não um obstáculo.

A ação converteu um produto online — prova de humanidade que preserva a privacidade — em prova offline de girar a roleta.

Uma demonstração de produto vale mais que um adjetivo: uma fila de humanos verificados girando a roleta por tênis explica 'prova de humanidade' mais rápido do que qualquer filme explicativo.

O evento durou um dia no 8585 Melrose Ave e gerou dois milhões de impressões. Todos os presentes saíram com um prêmio, e a World destacou sua escala — mais de 34 milhões de usuários do World App em 160 países e mais de 15 milhões de humanos verificados — como pano de fundo para levar a ideia da 'rede de humanos reais' para o mundo offline.

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As fontes

  1. World Network and BBDO New York Bring 'No Bot Shop' Pop-Up to Life LBBOnline · lbbonline.com ·