Passing the Light, revelada em Jaipur em 11 de outubro de 2026, dá continuidade ao diálogo da Bvlgari com a Índia, colocando o artesanato herdado da terracota ao lado dos ateliês de joalheria da maison.
A ideia
Reinterpretar o diya por meio da geometria das escamas da Serpenti: 4.500 elementos de terracota esculpidos à mão — 'um diya pertence à rua e ao palácio na mesma medida'.
A artista Doyel Joshi trabalhou com oleiros kumhar e artesãs locais por meio de um empreendimento social dedicado, creditados como cocriadores; um filme principal acompanha o barro da terra ao forno, sem narração.
Nenhum número comercial divulgado — a instalação é a declaração de Diwali da maison para 2026, posicionando os artesãos como coautores e o artesanato como herança viva; coberta pela imprensa de luxo indiana.
Contexto
O Diwali chegou cedo para a Bvlgari: 'Passing the Light', revelada em Jaipur em 11 de outubro de 2026, é uma nova colaboração artística com a artista indiana Doyel Joshi — 4.500 elementos de terracota esculpidos à mão que reinterpretam o diya, a lâmpada da festa, por meio da geometria do motivo de escamas da Serpenti da maison.
A terracota sustenta o argumento. Usada na Índia há séculos para fazer objetos sagrados, funcionais e pessoais, é enquadrada por Joshi como universal, e não humilde — 'um diya pertence à rua e ao palácio na mesma medida; transcende estruturas socioeconômicas'. Os 4.500 elementos foram criados com membros da comunidade de oleiros kumhar e artesãs locais por meio de um empreendimento social dedicado, reconhecidos como cocriadores da obra.
O projeto traça um paralelo deliberado entre a produção de terracota e os próprios ateliês de joalheria da Bvlgari: barro e ouro diferem em material e caráter, mas ambos dependem de mãos habilidosas, técnicas herdadas e da disciplina do artesanato. A CEO Laura Burdese chamou a Índia de profunda para a história da Bvlgari; Joshi disse que o trabalho carrega 'o conhecimento geracional da terra de que é feito e das mãos que o fizeram, passando a luz adiante'.
A colaboração se estende a uma campanha digital ancorada em um filme principal que acompanha a terracota da terra ao forno e à forma final sem narração — gestos, disciplina e devoção conectando o trabalho dos artesãos indianos ao artesanato da herança romana da Bvlgari.
O diya deu à maison uma forma que todo lar indiano reconhece, de modo que a ponte cultural não precisou de explicação.
Reinterpretá-lo por meio das escamas da Serpenti liga o símbolo da festa de volta à iconografia da própria Bvlgari.
Nomear oleiros kumhar e artesãs como cocriadores — não fornecedores — colocou a transmissão do artesanato no centro da história.
Um filme principal sem narração deixou o ato de fazer carregar a mensagem do artesanato compartilhado.
Para uma marca de herança, entrar em uma festa significa creditar seus criadores: a autoria compartilhada com artesãos torna visível o respeito cultural.
A instalação permanece como a declaração de Diwali da Bvlgari para 2026 e uma continuação de seu envolvimento com o artesanato indiano; a cobertura da Luxebook a enquadra como luxo medido em significado herdado, e não em ornamento. Nenhum resultado comercial foi divulgado.
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As fontes
- Passing the Light: Inside Bvlgari's Diwali in Jaipur Luxebook India · luxebook.in ·