A Rhone, marca de roupas de performance construída em torno do Mental Fitness e de 'roupas adequadas ao progresso', queria ir além das alegações de ir da academia para a rua e chegar aos momentos e relacionamentos que mantêm as pessoas em movimento — em Nova York, seu quintal e cidade de sua primeira loja.

Uma carta de amor a Nova York no estilo das comédias românticas dos anos 90, cujo desfecho de 'conexões perdidas' se esconde dentro da própria grade do quebra-cabeça Connections do NYT.

Um filme-manifesto de :30 que acompanha um casal da vida real por Manhattan — primeiros encontros, caminhadas até o café, conversas em bancos de praça — com a câmera nunca entrando em uma academia, ampliado por mídia externa endêmica: um mural pintado à mão, estações do Citi Bike perto das lojas de Hudson Yards, Flatiron e Madison Ave, e uma ocupação do jogo Connections do New York Times, em que a própria colocação se torna o desfecho, além de TV linear, CTV, redes sociais, mala direta e impresso.

A campanha reenquadrou a definição da Rhone de roupas de performance 'para além do treino' e viveu fisicamente na cidade que declarava amar; o texto não informou números de desempenho.

A Rhone, marca de roupas de performance construída em torno do Mental Fitness, lançou 'A Love Letter to NYC', criada internamente, como um filme-manifesto mais uma série de momentos endêmicos de Nova York. A marca ampliava a definição de roupas de performance para além do treino, em direção às caminhadas, encontros, rituais e conexões que moldam vidas — com uma homenagem às comédias românticas dos anos 90 que fizeram tanta gente querer morar em Nova York.

Ambientado por Manhattan, das ruas de bairro e do Central Park a cantos tranquilos pelos quais a cidade passa apressada, o filme acompanha um casal enquanto seu relacionamento se desenrola — a Rhone escalou especificamente modelos que são um casal da vida real, em busca de autenticidade, e a câmera nunca vai à academia. 'Nunca foi sobre se apaixonar, sempre foi sobre continuar apaixonado. E nós continuamos apaixonados por Nova York', disse Bethany Evans, observando que a cidade é o quintal da marca e sede de sua primeira loja.

O movimento mais afiado da campanha era endêmico à cidade: uma ocupação do jogo Connections do The New York Times, em que a própria colocação se torna o desfecho da mensagem de 'conexões perdidas' da Rhone. Um mural pintado à mão e estações do Citi Bike posicionadas perto das lojas da marca em Hudson Yards, Flatiron e Madison Ave ancoraram a campanha fisicamente, com TV linear, CTV, redes sociais, mala direta e impresso ampliando o programa.

A ocupação do Connections do NYT transforma um ritual diário compartilhado na própria piada da marca, conquistando atenção em vez de comprá-la.

Escalar um casal real e manter a academia fora do enquadramento faz a alegação ampliada de 'performance como vida' parecer observada, não afirmada.

Mídia física vinculada às lojas reais da Rhone torna uma carta de amor verificável — a marca demonstravelmente vive nesses bairros.

Uma colocação de mídia pode ser o desfecho: quando seu tema é 'conexões perdidas', esconder-se dentro de um quebra-cabeça diário de conexões diz isso melhor do que qualquer narração.

Na época do texto de agosto de 2026, a campanha estava no ar em filme, mídia externa e na ocupação do Connections, com ativações comunitárias voltadas a Nova York por vir.

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As fontes

  1. Rhone Pens Love Letter to NYC and Gets Lost in Connections LBBOnline · lbbonline.com ·