79% dos neozelandeses jogam, mas o país no fim do mundo continuava sendo ignorado pelos circuitos globais de eventos de games. A Spark, a operadora de telecomunicações que primeiro levou telefones celulares à Nova Zelândia, queria criar o primeiro festival de games de nível mundial do país e, ao mesmo tempo, conquistar um público gamer cético.

Transformar o festival inteiro em um único jogo cooperativo: a pulseira RFID de cada participante é uma arma, e cada leitura causa dano a um chefe gigante digital em forma de cobra.

No Spark Game Arena Live, os participantes se juntavam à organização secreta D.A.R.T. e liam suas pulseiras RFID 'EXABAND' em estandes, jogos, palestras e até barracas de comida; cada leitura causava dano a Byte — uma cobra animada gigante nas telas da arena — e rendia XP. Um Mission Hub móvel acompanhava o progresso, 'escamas' escondidas desbloqueavam histórias e prêmios, e o dia terminava em uma batalha contra um chefe em duas fases que se adaptava em tempo real.

Os jogadores passaram 51.142 minutos no jogo, com mais de 600.000 interações, causaram mais de 4,5 milhões de pontos de dano por meio das leituras das pulseiras e elegeram Killabyte o melhor jogo do festival, à frente de Fortnite. Conquistou o Spikes Asia 2025 Gaming Grand Prix e fez com que os gamers ficassem 77% mais propensos a considerar a Spark para produtos de games.

79% dos neozelandeses jogam, mas Aotearoa, no fim do mundo, era consistentemente omitida do circuito internacional de eventos de games. Para criar uma plataforma para os games locais — e mostrar a um público exigente a força e a confiabilidade da maior operadora de telecomunicações da Nova Zelândia — a Spark se uniu à Colenso BBDO para realizar o Spark Game Arena Live, o primeiro festival de games dedicado do país.

O salto criativo foi transformar o próprio festival em um jogo. Os participantes chegavam à organização secreta D.A.R.T. (Data Anomaly Response Team) e recebiam pulseiras 'EXABAND' com chips RFID. Assistir a torneios, jogar, ouvir palestras e até comprar comida acionavam leituras que causavam dano a Byte, uma cobra digital gigante de 20 metros que havia hackeado o mainframe do festival; um Mission Hub móvel acompanhava o XP, escamas escondidas desbloqueavam histórias e prêmios, e a jogabilidade se adaptava em tempo real à energia da multidão.

O dia terminava em uma batalha climática contra um chefe em duas fases, projetada nas telas da arena. Os jogadores passaram 51.142 minutos no jogo, com mais de 600.000 interações, causaram mais de 4,5 milhões de pontos de dano e elegeram Killabyte o melhor jogo do festival, superando Fortnite. Conquistou o Spikes Asia 2025 Gaming Grand Prix, e os gamers disseram estar 77% mais propensos a considerar a Spark para produtos de games.

Transformou o festival no próprio produto: cada participante já era um jogador, então o engajamento era a experiência, não uma atividade paralela.

Byte, uma homenagem nostálgica ao Snake, conectou a história da Spark como a operadora que levou os telefones celulares à Nova Zelândia com a cultura gamer.

As pulseiras RFID fizeram cada ponto de contato — comida, palestras, torneios — contar, de modo que a participação da marca era inevitável.

A jogabilidade adaptativa em tempo real e um final em duas fases deram à multidão um clímax compartilhado, criando uma história pela qual o festival seria lembrado.

Resultados mensuráveis — 51.142 minutos jogados, mais de 600.000 interações, voto de melhor jogo à frente de Fortnite — provaram a ideia a um público cético.

Faça da participação o produto: quando cada interação conta como jogabilidade, um evento se torna uma mídia que milhares jogam juntos — e a rede que o viabiliza se torna a protagonista.

Killabyte consagrou JOYNZ e Bravemage4676 como maiores pontuadores gerais, cada um ganhando um conjunto de equipamentos de games no valor de NZ$ 1.750. A experiência conquistou o Spikes Asia 2025 Gaming Grand Prix e um Best Design Award do Designers Institute of New Zealand, e posicionou a Spark como um nome sério nos games neozelandeses — com os participantes 77% mais propensos a considerar a Spark para produtos de games.

CONFIRA AS EVIDÊNCIAS

As fontes

  1. Spark Turns Gaming Festival into Ultimate Co-op Game LBBOnline · lbbonline.com ·
  2. KILLABYTE: Spark turns gaming festival into ultimate co-op game via Colenso BBDO Campaign Brief NZ · campaignbrief.co.nz ·
  3. Killabyte Best Design Awards (Designers Institute of New Zealand) · bestawards.co.nz
  4. Spikes Asia announces its 2025 winners Spikes Asia · spikes.asia ·
  5. Spark Arena Byte BUCK · buck.co