O Gunwharf Quays queria uma atração que desse às pessoas um motivo memorável para visitar o destino em conjunto, além das compras — com a flexibilidade de uma implantação temporária ou semipermanente.

Teatro imersivo com qualidade de parque temático em um destino de compras: um domo onde projeção, som e artistas ao vivo envolvem a família de uma só vez — de forma compartilhada, não presa a headsets.

Um ApolloDome geodésico com seis projetores a laser Panasonic PT-RZ24K WUXGA de 20.000 lúmens cobrindo o interior curvo; produções sazonais, de espetáculos festivos a temas de Halloween, combinam projeção com artistas ao vivo e desenho sonoro narrativo.

Não são fornecidos números de visitantes; o texto posiciona o domo como um indutor de visitas repetidas que reposiciona o varejo, com a experiência se estendendo em tempo de permanência por todo o destino.

No Gunwharf Quays, em Portsmouth, a empresa de design de experiências Holovis, em parceria com o proprietário Landsec, construiu um grande domo geodésico de projeção — o tipo de narrativa imersiva normalmente restrita a parques temáticos ou espaços culturais — como atração familiar para um destino de compras. A reportagem setorial da Audio Media & Vision descreve como a instalação ApolloDomes envolve os visitantes com luz, som e história sem um único headset ou tela pessoal.

Seis projetores a laser DLP de 3 chips Panasonic PT-RZ24K WUXGA de 20.000 lúmens espalham imagens pelo interior curvo, e os espetáculos não são exibições passivas: a projeção é combinada com artistas ao vivo, narrativa e desenho sonoro, mais próxima do teatro imersivo do que da sinalização digital. O domo recebeu uma série de experiências sazonais, de produções festivas a espetáculos com tema de Halloween, e a estrutura foi concebida para ser flexível o bastante para implantação temporária ou semipermanente.

A intenção declarada vai além do domo: Matt Dobbs, da Holovis, diz que os clientes estão vendo "um apetite real por experiências" e que o projeto "trata de reposicionar o varejo e criar motivos para as pessoas voltarem e passarem tempo nesses espaços", enquanto o chefe de marketing Alex Kunawicz acrescenta que "não se trata da tecnologia, trata-se da experiência". Famílias e grupos vivenciam a mesma história juntos, reagindo em tempo real como um momento coletivo.

A tecnologia imersiva tinha se inclinado para headsets individuais e telas de uso único, o oposto do que um destino precisa — o design torna deliberadamente a experiência coletiva.

Um domo pode ocupar um destino público e ainda assim entregar o envolvimento de uma atração permanente de parque temático, porque a estrutura geodésica é implantada temporariamente.

A temática sazonal (festiva, Halloween) dá à mesma estrutura um calendário de motivos para voltar, em vez de uma visita única.

Para a Landsec, o domo é um motor de fluxo de público: a atração, não as lojas, é o motivo de ir, e a visita se estende pelo destino mais amplo.

O compartilhado supera o pessoal para destinos: uma grande sala que todos vivenciam juntos cria a memória de grupo que traz as famílias de volta.

A reportagem, publicada em 9 de outubro de 2026, registra o domo como entregue e em funcionamento com experiências sazonais no Gunwharf Quays; não são dados números de público nem datas para implantações futuras, apenas o posicionamento do projeto como modelo para destinos físicos em busca de atrativos experienciais.

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As fontes

  1. Panasonic and Holovis Bring Shared Immersion to Gunwharf Quays Audio Media & Vision (audio-visual.news) · audio-visual.news ·